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'Muitas pessoas conhecem meu trabalho e fico feliz por isso', diz DJ Hum*

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Neste sábado (25), Maringá recebe uma das lendas da música nacional, principalmente na cena hip hop. Humberto Martins Arruda, o DJ Hum, se apresenta no Tribo’s Bar, às 23 horas, pelo baile 16 Toneladas. É a segunda vez que Hum participa da festa. Em março do ano passado ele também marcou presença. O DJ é pioneiro na discotecagem brasileira. Começou a fazer os bailes em São Paulo, onde misturava samba rock, hip hop, soul, blues, entre outros gêneros. Ele formou dupla com o rapper Thaíde, até o final dos anos 90, com quem lançou nove discos. Entre as músicas mais conhecidas está “Sr. Tempo Bom”. O 16 Toneladas é organizado pelo DJ Danilo Donato e seu sócio DJ Estêvão, desde outubro de 2013. Eles também comandam as pick ups nesta noite. Para Danilo, é uma satisfação muito grande receber o DJ Hum. “Ele é um dos meus heróis, um ídolo mesmo para mim, por tudo que ele fez pelo hip hop e pela cultura DJ, então me sinto muito feliz em poder estar no mesmo palco que ele”, diz. N...

'Nise é um exemplo para o Brasil e o filme é muito bom', diz diretor Roberto Berliner*

O filme “Nise – O Coração da Loucura” esteve mais de um mês em cartaz em Maringá. Muito mais que a média de muitos filmes nacionais. Mas não é só isso que chama atenção. A história da médica brasileira Nise da Silveira, interpretada por Gloria Pires, já é, por si só, motivo para provocar curiosidade. Nise ficou presa um ano e meio por possuir livros marxistas e após o retorno ao hospital psiquiátrico onde trabalhava, não aceitou tratamentos violentos para os pacientes com doenças mentais, como eletrochoques e lobotomia. Mesmo com uma enorme resistência dos demais profissionais, ela adotou métodos mais humanistas para os tratamentos, como a pintura. Por essas práticas, ficou conhecida em vários países. O carioca Roberto Berliner, diretor do filme, já foi responsável pelo documentário “A Pessoa é Para o Que Nasce”, de 2005 e também já participou da produção de “Bruna Surfistinha”, 2011. Em entrevista a O Diário, Berliner afirmou que diante da importância de Nise e de sua históri...

Bruna Siena fala sobre morte, imortalidade da alma e deuses, em “Marduk”*

"Viver é afundar-se em cada caminhada", escreveu Hilda Hilst, em "A Obscena Senhora D". A escritora maringaense Bruna Siena, admiradora de Hilst, parece entender muito bem o que a autora quis dizer com isso. Ela encontrou um caminho diferente na literatura para sua obra, "Marduk". A autora se entregou de corpo e alma a essa caminhada, tanto que virou Siena Bruna Naamah, nome que ela sente que sempre carregou consigo e afirma que não será temporário. "Sou isso e pronto, um conjunto de coisas que enriqueceram a minha visão sobre o mundo, muitas vias abertas, acho que Naamah é a mulher descoberta nessa minha encarnação", diz. E assim como ela fez para escrever, a leitura de "Marduk" promete fazer o leitor viajar nas profundezas da alma e das dúvidas incessantes do ser humano, com uma temática forte. A morte, a imortalidade da alma, buscas infinitas e um deus que se matou no sétimo dia. Com "Marduk", Bruna diz não querer...